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Ensinar e Aprender com Criatividade dos 3 aos 12 anos | Escola Superior de Educação de Viana do Castelo

 

Ensinar e Aprender com Criatividade dos 3 aos 12

Realiza-se no dia 8 de julho de 2015, na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, mais um Encontro Ensinar e Aprender com Criatividade dos 3 aos 12 anos. À semelhança do ano anterior, nesta edição procura-se promover o debate, a reflexão e a partilha de experiências associadas a diferentes áreas curriculares de intervenção nos primeiros anos.

Este Encontro pretende sensibilizar a comunidade educativa, particularmente educadores de infância e professores do 1º e 2º ciclos do ensino básico, para a importância da criatividade como uma estratégia inovadora a utilizar no ensino e aprendizagem das várias áreas do currículo.

Será assim constituído um espaço de informação, debate e reflexão com momentos diferenciados de participação e partilha, tais como conferências, comunicações orais, comunicações em poster, sessões práticas e feira de ideias criativas (espaço que constitui uma oportunidade de apresentar ideias e/ou materiais didáticos criados/adaptados pelo(s) apresentador(es) que permitam aos participantes explorar as diferentes áreas do saber para imaginar, criar, tocar, olhar e jogar).

Convidam-se todos os interessados, estudantes, professores, educadores, investigadores, a proporem/apresentarem relatos de estudos académicos concluídos ou em curso, experiências de ensino, projetos, ideias inovadoras e criativas para ensinar e/ou aprender com criatividade, entre outros.

Para mais informações, clique aqui.

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Workshop | A importância de Brincar na Aquisição da Linguagem

 

A importância de brincar na aquisição da linguagem

Programa

– Conceito de brincar

– Importância do brincar

– Linguagem: o que é

– Áreas do domínio linguístico: semântica, morfossintaxe, fonologia e pragmática

– Quais as brincadeiras adequadas à faixa etária da criança

– Como adaptar a brincadeira à idade da criança

– Importância do faz de conta como atividade que promove a representação e metarepresentação  no desenvolvimento da criança

Destinatários

Pais, Educadores e Técnicos a trabalhar com crianças em idade pré-escolar

Próximas Datas

18 abril | 14h00 às 17h30 | CADIn Setúbal

Inscrições

Pelo e-mail | congressos@cadin.net

Custo | 25€

Nº mínimo de participantes | 12

 

Para mais informações sobre o Workshop, clique aqui.

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Ludoterapia | Intervenção com caixa ludo

Brincar é a linguagem da criança, a sua forma de se expressar no mundo. É através do brincar que ela manifesta suas alegrias, suas tristezas, conquistas, frustrações, habilidades e dificuldades.

Um olhar atento e acolhedor a este brincar, em plena interacção com a criança, proporciona a ela condições psicológicas, afectivas e cognitivas para lidar com as suas próprias circunstâncias, tornando-a mais integrada em si mesma, e em maior harmonia com seus iguais, familiares e relações de um modo geral.

Para nos proporcionar um olhar mais atento, convidamos a Drª Maria João Santos para connosco partilhar o seu conhecimento e experiência numa formação com os seguintes objectivos:

– A importância do brincar no desenvolvimento infantil
– Caixa ludo: sua função e constituição
– Ludoterapia: formas, contexto e intervenção
Esta formação destina-se a todos os interessados na temática: Pais, Professores, Educadores, Psicólogos, Téc. Educação Especial,… 

Ocorrerá no dia 25 de Março entre as 18h e as 20:30h,  num momento informal e descontraído de partilha mútua com  a Dr.ª Maria João Santos e todos os que quiserem juntar-se a nós neste momento na sala de formação da Clínica da Educação.

Para mais informações, clique aqui.

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Um artigo muito interessante para Pais e Técnicos! Quando os videojogos se tornam um vício! | “Histórias de miúdos que venceram o vício dos videojogos”

Notícia da revista Sábado de Dezembro de 2013

 

Chegam a passar 21 horas diárias com os comandos, alimentam-se mal e dormem pior. Só recuperam com ajuda médica.

A resposta parece óbvia à pergunta que se impõe neste Natal: qual é o presente que os miúdos mais pedem? Sim, videojogos e consolas. Sim, querem os mais sofisticados. E sim, seguem as modas dos colegas. Os pais, tendo condições financeiras, geralmente cedem ao pedido. Entre Janeiro e Novembro, venderam-se mais de 1,3 milhões de videojogos em Portugal, segundo os dados mais recentes da empresa de estudos de mercado GfK. A maior parte deste jogos são para consolas fixas. Em 2013, os portugueses gastaram 37 milhões de euros nesta diversão virtual.

Mas o que é suposto ser lúdico passa a ser preocupante quando os miúdos ficam obcecados, avisam os terapeutas. Segundo o fundador do projecto Miúdos Seguros na Net, Tito de Morais, há vários sinais de alerta: “Perder a noção do tempo, negligenciar tarefas básicas, ansiedade e sintomas de abstinência, necessidade crescente de melhor equipamento, isolamento social e baixo rendimento.”

No limite, a dependência pode levar “ao abandono escolar”, alerta Pedro Hubert, psicólogo especialista em adições, que identifica as faixas etárias mais sensíveis: dos 10 aos 12 anos os jogadores, na maioria rapazes, começam a entreter-se com videojogos; aos 15 podem ficar mais vulneráveis ao vício.

O problema já foi referenciado na bíblia das doenças psiquiátricas, o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. As clínicas contactadas pela SÁBADO têm registado um acréscimo de casos nos últimos anos e deixam um aviso aos pais: se o seu filho ficar sozinho no quarto a jogar, não quer dizer que esteja seguro. Pelo contrário. Cinco crianças e jovens relatam como é que se excederam com os videojogos e depois recuperaram”.

Veja todas as histórias clicando aqui.

Sim, as consolas viciam e este vício pode iniciar aos dois anos, leia e pense se está a dar o melhor uso destes videojogos para o seu filho! 

 

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Play Therapy com Crianças e Adolescentes | ISPA

OBJECTIVOS 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças 

Desenvolver o conhecimento dos princípios de base da Play Therapy centrada na criança 

Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy

Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problemáticas 

Desenvolver a capacidade de despistar possíveis perturbações na criança (intervenção precoce)

COMPETÊNCIAS 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças

Capacidade de compreender e usar as competências basicas da Play Therapy durante o processo terapêutico

Capacidade de planear finais terapêuticos

Capacidade de usar/compreender agentes de mudança (aceitação, segurança, confiança no process, exploração da expressão simbólica)

Capacidade de manter regras e limites no espaço terapêutico e no dia a dia 

capacidade de trabalhar com os pais/prestadores de cuidados 

PROGRAMA 

O que é Play Therapy 

História da Play Therapy

O brincar e o brincar terapêutico: relação entre os diferentes estádios de desenvolvimento infantil e o modo como a criança brinca.

A sala de play therapy e os brinquedos 

Situação terapêutica: a criança, o terapeuta e os pais/prestadores de cuidados 

As diferentes abordagens em Play Therapy e suas aplicações (individual, grupo)

Os oito princípios em Play Therapy não-directiva: abordagem centrada na criança

Competências básicas da Play Therapy: qualidades profissionais e qualidades pessoais 

A relação terapêutica

Antes da primeira sessão: avaliação das necessidades, plano e contracto

Como estrutura a sessão de Play Therapy 

Reconhecer comportamento não-verbal

Reflectir no conteúdo e nos sentimentos 

Facilitar tomada de decisão, responsabilidade, auto-estima

Regras e limites

Fases do processo terapêutico

Preparar os finais 

Questões culturais em Play Therapy

Arte Terapia e o uso da máscara 

Filial Therapy: trabalhar com os pais

Theraplay e vinculacao 

Princípios éticos e Código de Conduta em Play Therapy

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Play Therapy com Crianças

 

OBJECTIVOS 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças 
Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy
Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problematicas

COMPETÊNCIAS 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças
Capacidade de planear finais
Capacidade de  usar/compreender agentes de mudança (aceitaçao, seguranca, confiança no process, exploração da expressão simbólica)
Capacidade de manter regras e limites

PROGRAMA 

O que é Play Therapy (1h)
O brincar e os brinquedos (1h)
Avaliação das necessidades: plano e contracto (3h)
Regras e limites (1h)
Fases do processo terapêutico (3h)
Finais (1h)
Play Therapy, Drama e Movimento e Arte Terapia (2h)
A máscara (2h)
Play Therapy e Maus Tratos (1h)

METODOLOGIAS 

Método expositivo, discussão de casos, role play, exploração de materiais artísticos e de brincar

DURAÇÃO 

15 horas

FORMADORES

Filipa Alvarez
(Psicóloga clínica e mestre em psicologia legal pelo ISPA-IU. MA em Play Therapy pela Roehampton University, Londres. Trabalha no sistema de protecção de crianças do Reino Unido)

CALENDARIZAÇÃO
Quinta, Novembro 21, 2013 – 18:30 – 22:30
Sexta, Novembro 22, 2013 – 18:30 – 22:30
Sábado, Novembro 23, 2013 – 09:30 – 13:30
Sábado, Novembro 23, 2013 – 14:30 – 17:30
Para mais informações, clique aqui.
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Workshop: ‘A Mala de Ludoterapia’

 

Porto: 23 de Novembro

A Ludoterapia é uma forma de intervenção terapêutica realizada com crianças e adolescentes, na qual através do brincar, projectam o seu modo de ser. A utilização da mala de ludo tem como objectivo restabelecer/reorganizar o bem-estar psicológico da criança/adolescente. Esta técnica é facilitadora no trabalho com crianças, pois não exige a tradução em palavras das suas emoções, sentimentos e pensamentos. Na sessão de ludoterapia, a criança/adolescente brinca com os brinquedos disponíveis na Mala de Ludo. É da brincadeira que surge com os objectos existentes com a mala que o terapeuta tenta compreender e reorganizar o aparelho psíquico da criança/adolescente.

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O Jogo e o Brincar – Discussão psicodinâmica de casos

 

9, 16 e 23 de Novembro (12 horas)

 Objectivos gerais do módulo

Fornecer os conhecimentos teórico – clínicos para a utilização do brincar e do jogo na prática da observação, avaliação e intervenção psicológica na clínica infantil.

Conteúdos programáticos

Modos de expressão no brincar e no jogo das principais características do funcionamento mental e relacional infantil, normal e patológico, através de ilustrações clínicas.

 Formadores

 Professora Doutora Maria Emília Marques – Psicóloga Clínica, Professora Associada em Psicopatologia e Psicologia Clínica, ISPA, Lisboa; Membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise.

Professora Doutora Teresa Santos Neves – Psicóloga Clínica, Técnica Superior do ISCTE-IUL, Responsável pelo Gabinete de Apoio ao Aluno (Serviço de Apoio Psicológico) do ISCTE-IUL; Sócia da Sociedade Portuguesa de Psicanálise; Professora Auxiliar no ISPA.

Mestre Catarina Bray Pinheiro – Psicóloga Clínica; Técnica Superior de Saúde no Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando de Fonseca; Professora Assistente no ISPA entre 1999 e 2008.

 Destinatários

Finalistas de Psicologia e Psicólogos

 Calendarização:

Sábados das 9h00 às 13h00

 Preço

150€

Para mais informações contacte clinicarorschach@sapo.pt ou visite www.clinicarorschach.com.

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Para os mais pequenos! “Vamos Pôr a Mão na Massa e Fazer Plasticina Caseira e Comestível”

 

Para pais, avós, filhos e netos a partir dos 12 meses e sem limite de idade.
Num ambiente agradável, com os passarinhos e uma bela sombrinha, vamos fazer a nossa própria plasticina, com os filhotes, claro! Vamos misturar todos os ingredientes, escolher cores e amassar tudo muito bem!!!

 

Depois, é brincar e dar largas à imaginação e criar o que nos apetecer com a ajuda do rolo da massa e de formas divertidas. Podem sempre fazer várias massas de várias cores, para tornar ainda mais divertida a criação.

Em casa os papás poderão, depois, cozer as suas criações para recordação, decoração, oferta, o que a imaginação ditar.

JUNTOS, PAIS E FILHOS, PLASTICINA COMESTÍVEL VÃO FAZER
MISTURAR INGREDIENTES E DIFERENTES CORES VÃO TER
COM FORMAS E ROLINHOS VÃO BRINCAR DIVERSÃO,
MODELAGEM E TEXTURAS NOVAS VÃO CRIAR

Os ingredientes são alimentos, logo, a plasticina será completamente segura, não tóxica e pode ser levada à boca, por isso ideal para os mais pequenos que gostam de provar tudo!

Brincam os filhotes e os pais!!! Venha divertir-se, sujar-se e brincar sem preocupações!

DIA 31 de AGOSTO de 2013 às 11h.

LOCAL: Parque dos Moinhos de Santana, Estrada de Caselas, nº. 1, Restelo, LISBOA

PREÇO: 12,5 euros/família (participação de até 4 elementos) ou 10 euros (adulto+criança) com direito a amassar, brincar e sorrir o máximo que conseguirem.

Necessária inscrição prévia.

sorrisos.descobertas@hotmail.com
218007531 – 934977450

Para mais informações, clique aqui.

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Pós-Graduação em Jogo e Desenvolvimento Motor da Criança

 

 

Objetivos educativos:

A Pós-Graduação em Jogo e Desenvolvimento Motor tem por objetivos:

  • Formar profissionais qualificados para o trabalho focado no desenvolvimento motor infantil tendo em conta a sua importância no desenvolvimento global da criança e da importância do jogo como meio de promoção de desenvolvimento;
  • Desenvolver e aprofundar os conhecimentos obtidos ao nível da licenciatura e promover a aquisição de novos conhecimentos e competências no âmbito do desenvolvimento motor da criança;
  • Munir os estudantes de técnicas de avaliação do desenvolvimento motor da criança e dos contextos específicos em que o desenvolvimento se verifica (educativos, formais, informais, de lazer);
  • Proporcionar conhecimentos que permitam aos formandos individualmente ou em equipas pluridisciplinares a criação e desenvolvimento de:
    • o Projetos de intervenção na comunidade – conceção, planeamento e avaliação de projetos para espaços lúdicos;
    • o Projetos de investigação com base em necessidades específicas (vivenciadas).

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

 

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Expressão Corporal, Música e Movimento com avós e netos, Lisboa!

 

O aumento da esperança média de vida permite que a população sénior se mantenha ativa e independente até mais tarde, possibilitando assim, desempenhar um papel que tantos anseiam: o de ser avós. 
Assim, este workshop permite que avós e netos interajam entre si, através da expressão corporal, música e movimento. Este workshop oferece-nos experiências, dinâmicas e sensações, inevitavelmente ligadas ao campo educativo e social, permitindo ao mesmo tempo vivências catalisadoras de criatividade, autoconfiança, motivação, desenvolvimento pessoal e mudança.

Público-alvo: Avós e netos (crianças a partir dos 8 anos)

Preço 9,99€

Metodologia:
Todo o workshop terá uma componente de exercícios práticos com base na expressão corporal, música, movimento e o jogo entre avós e netos (comunicação, criatividade, caracterização, interação, experimentação e relaxamento). 
Nesta perspetiva, as pessoas que participarem neste workshop, deverão trazer roupa e calçado confortável.

Inscrições: lisboa@psicosoma.pt

Formador: 
Diogo Santos 
Licenciatura em Animação Sociocultural e Mestrado em Ciências da Educação – Especialização em Animação Sociocultural, com uma vasta experiência em organização de diversas atividades sociais, culturais e educativas. 

Mais informações consultar:
http://www.psicosoma.pt/index.php/component/content/article/113-formacao-psicosoma/394-workshop-tematico-expressao-musical-musica-e-movimentos-com-avos-netos#plano-de-estudos

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Curso de Formação Especializada em Infância, Atividade Lúdica e Brinquedo

A abordagem científica inscreve-se no quadro dos Estudos da Criança e é marcadamente interdisciplinar, com o concurso, especialmente, da sociologia da infância, da psicologia do desenvolvimento, dos estudos em educação física e lazer e de outras áreas do conhecimento em educação. O curso de formação especializada que se propõe consolida e expande a formação nesta área do conhecimento e justifica-se pela necessidade de dar resposta à solicitação de especialização de educadores de infância, professores, animadores socioculturais e técnicos autárquicos associados a instituições e projetos de intervenção que envolvem a atividade lúdica como elemento central. Em especial, articula-se com o interesse em qualificar algumas intervenções de grande relevância na área de influência da Universidade do Minho, como sejam a criação do Museu do Brinquedo em Vila Verde, o reconhecimento e certificação do brinquedo artesanal, a constituição de ateliês de tempos livres e de ludotecas, as atividades pedagógicas promovidas por bibliotecas, centros culturais e museus da região. A relação entre formação, investigação e prestação de serviços à comunidade encontra-se fortemente propiciada nesta oferta formativa.

Plano de Estudos

Professor Coordenador: Prof. Doutor Manuel Jacinto Sarmento
Certidão que confere: Formação especializada
Área de Especialização: Educação

Para mais informações clique aqui ou aqui.

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“Não dê férias a todas as regras”

 

Notícia do Life & Style do Público de 18 de Julho de 2013

 

Por Rita Pimenta

A família anseia por férias, mas isso não significa que o período de ausência de trabalho resulte em verdadeiro descanso. Mais ainda quando há crianças por perto. Não ceda à tentação de eliminar todas as regras ou correrá o risco de chegar ao final do Verão a precisar de férias.

A pediatra Ana Paula Simões diz que esta época “deve ser uma oportunidade para descansar da azáfama louca do dia-a-dia”, mas defende que não se pode abandonar “regras básicas e que há limites a ser cumpridos, embora com alguma flexibilidade”. Ou seja, se os horários não devem ser tão rígidos como no período escolar, há no entanto que manter algumas rotinas, “nomeadamente em relação ao sono e à alimentação”. Pode haver alguma trégua nas regras, mas elas não deverão desaparecer totalmente.

Os miúdos nunca deverão ir muito tarde para a cama, mesmo que não tenham de se levantar cedo no dia seguinte. “Se a criança não tiver uma boa noite de sono, fica mais irritada durante o dia e facilmente faz birras quando é contrariada”, diz ao Life&Style a especialista da clínica Cuf de Alvalade, em Lisboa. E já todos assistimos a “medições de forças” entre crianças e adultos na praia, por exemplo. Uma boa noite de sono poderia ter evitado alguns desses conflitos e contribuído para o bem-estar da criança (e da família).

“O mesmo se aplica às refeições”, prossegue Ana Paula Simões, “mesmo nas férias, deve ser mantido um horário de refeições regular, com pequenos lanches nos intervalos. Deve optar-se por soluções saudáveis, como fruta, iogurtes ou barras de cereais”.

Actividades a mais
Outro equívoco por parte de algumas famílias em relação aos mais novos “é a convicção de que é preciso proporcionar-lhes diversão a todo o momento”. Para a pediatra, essa “é uma característica do nosso tempo”, já que as pessoas “têm imensa dificuldade em parar”.

Esse excesso de actividades acaba por ser cansativo para todos e deixa os miúdos demasiado excitados. “É necessário encontrar o equilíbrio certo e ensinar as crianças a aproveitar os momentos de ócio. Assim, desfrutarão melhor dos momentos de diversão”, acredita Ana Paula Simões.

As férias de Verão são, segundo a pediatra, uma óptima oportunidade para compensar a falta de convívio entre todos durante o resto do ano. Por isso sugere que estejam “simplesmente juntos, sem pressas, vejam um filme, passeiem e durmam a sesta”. A especialista não tem dúvidas de que “isto vai criar uma aproximação entre todos e reforçar laços”.

Proibido falar de escola
Se as demonstrações de afecto e carinho aos filhos são importantes sempre, e “indispensáveis para o seu desenvolvimento emocional equilibrado”, as férias proporcionam momentos de descontracção que devem ser bem aproveitados nesse sentido. “Estar bem-disposto e disponível para brincar com as crianças, observá-las e desfrutar do seu convívio vai tornar as férias especiais”, diz a médica. E acrescenta: “É importante aproveitar para pôr a conversa em dia, conhecer melhor as suas preferências em relação a brincadeiras, música e Internet. Os pais devem tentar transmitir aos filhos princípios e valores, mas também saber ouvi-los, não esquecendo a sua própria personalidade e individualidade.”

Se o momento é de pausa escolar e de trabalho, esses assuntos passam a ser tabu. Conselho de Ana Paula Simões:“Liberte-se do stress do trabalho e liberte as crianças das preocupações escolares.” Garantia: “O regresso será feito com mais motivação e vontade.” E nada de tarefas escolares, nem mesmo para aqueles que tiveram maus desempenhos. “Não se deve tentar recuperar nas férias aquilo que não foi feito durante o ano lectivo.”

A pediatra sugere que se “estimule o gosto pela leitura como um prazer” e não “como um trabalho de casa”. Para isso, diz aos pais que dêem liberdade à criança para “fazer as suas próprias escolhas, de acordo com os seus gostos e com o seu ritmo”. Uma boa regra.

Fonte: Crianças a Torto e a Direitos.

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“A Brincar e a Rir o Bullying Vamos Prevenir”

Onde adquirir o jogo? 

Para além de disponível para aquisição através do email: jogo_bullying@hotmail.com (e futuramente através do site) o jogo “A Brincar e a Rir o Bullying Vamos Prevenir” encontra-se disponível na Livraria Salta Folhinhas, Rua de António Patrício, 50 – Porto!

Contactos:

http://prevencaobullying.blogs.sapo.pt e no Facebook.