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Ludoterapia | Intervenção com caixa ludo

16 Mar

Brincar é a linguagem da criança, a sua forma de se expressar no mundo. É através do brincar que ela manifesta suas alegrias, suas tristezas, conquistas, frustrações, habilidades e dificuldades.

Um olhar atento e acolhedor a este brincar, em plena interacção com a criança, proporciona a ela condições psicológicas, afectivas e cognitivas para lidar com as suas próprias circunstâncias, tornando-a mais integrada em si mesma, e em maior harmonia com seus iguais, familiares e relações de um modo geral.

Para nos proporcionar um olhar mais atento, convidamos a Drª Maria João Santos para connosco partilhar o seu conhecimento e experiência numa formação com os seguintes objectivos:

- A importância do brincar no desenvolvimento infantil
- Caixa ludo: sua função e constituição
- Ludoterapia: formas, contexto e intervenção
Esta formação destina-se a todos os interessados na temática: Pais, Professores, Educadores, Psicólogos, Téc. Educação Especial,… 

Ocorrerá no dia 25 de Março entre as 18h e as 20:30h,  num momento informal e descontraído de partilha mútua com  a Dr.ª Maria João Santos e todos os que quiserem juntar-se a nós neste momento na sala de formação da Clínica da Educação.

Para mais informações, clique aqui.

Um artigo muito interessante para Pais e Técnicos! Quando os videojogos se tornam um vício! | “Histórias de miúdos que venceram o vício dos videojogos”

14 Jan

Notícia da revista Sábado de Dezembro de 2013

 

Chegam a passar 21 horas diárias com os comandos, alimentam-se mal e dormem pior. Só recuperam com ajuda médica.

A resposta parece óbvia à pergunta que se impõe neste Natal: qual é o presente que os miúdos mais pedem? Sim, videojogos e consolas. Sim, querem os mais sofisticados. E sim, seguem as modas dos colegas. Os pais, tendo condições financeiras, geralmente cedem ao pedido. Entre Janeiro e Novembro, venderam-se mais de 1,3 milhões de videojogos em Portugal, segundo os dados mais recentes da empresa de estudos de mercado GfK. A maior parte deste jogos são para consolas fixas. Em 2013, os portugueses gastaram 37 milhões de euros nesta diversão virtual.

Mas o que é suposto ser lúdico passa a ser preocupante quando os miúdos ficam obcecados, avisam os terapeutas. Segundo o fundador do projecto Miúdos Seguros na Net, Tito de Morais, há vários sinais de alerta: “Perder a noção do tempo, negligenciar tarefas básicas, ansiedade e sintomas de abstinência, necessidade crescente de melhor equipamento, isolamento social e baixo rendimento.”

No limite, a dependência pode levar “ao abandono escolar”, alerta Pedro Hubert, psicólogo especialista em adições, que identifica as faixas etárias mais sensíveis: dos 10 aos 12 anos os jogadores, na maioria rapazes, começam a entreter-se com videojogos; aos 15 podem ficar mais vulneráveis ao vício.

O problema já foi referenciado na bíblia das doenças psiquiátricas, o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. As clínicas contactadas pela SÁBADO têm registado um acréscimo de casos nos últimos anos e deixam um aviso aos pais: se o seu filho ficar sozinho no quarto a jogar, não quer dizer que esteja seguro. Pelo contrário. Cinco crianças e jovens relatam como é que se excederam com os videojogos e depois recuperaram”.

Veja todas as histórias clicando aqui.

Sim, as consolas viciam e este vício pode iniciar aos dois anos, leia e pense se está a dar o melhor uso destes videojogos para o seu filho! 

 

Play Therapy com Crianças e Adolescentes | ISPA

29 Dez

OBJECTIVOS 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças 

Desenvolver o conhecimento dos princípios de base da Play Therapy centrada na criança 

Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy

Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problemáticas 

Desenvolver a capacidade de despistar possíveis perturbações na criança (intervenção precoce)

COMPETÊNCIAS 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças

Capacidade de compreender e usar as competências basicas da Play Therapy durante o processo terapêutico

Capacidade de planear finais terapêuticos

Capacidade de usar/compreender agentes de mudança (aceitação, segurança, confiança no process, exploração da expressão simbólica)

Capacidade de manter regras e limites no espaço terapêutico e no dia a dia 

capacidade de trabalhar com os pais/prestadores de cuidados 

PROGRAMA 

O que é Play Therapy 

História da Play Therapy

O brincar e o brincar terapêutico: relação entre os diferentes estádios de desenvolvimento infantil e o modo como a criança brinca.

A sala de play therapy e os brinquedos 

Situação terapêutica: a criança, o terapeuta e os pais/prestadores de cuidados 

As diferentes abordagens em Play Therapy e suas aplicações (individual, grupo)

Os oito princípios em Play Therapy não-directiva: abordagem centrada na criança

Competências básicas da Play Therapy: qualidades profissionais e qualidades pessoais 

A relação terapêutica

Antes da primeira sessão: avaliação das necessidades, plano e contracto

Como estrutura a sessão de Play Therapy 

Reconhecer comportamento não-verbal

Reflectir no conteúdo e nos sentimentos 

Facilitar tomada de decisão, responsabilidade, auto-estima

Regras e limites

Fases do processo terapêutico

Preparar os finais 

Questões culturais em Play Therapy

Arte Terapia e o uso da máscara 

Filial Therapy: trabalhar com os pais

Theraplay e vinculacao 

Princípios éticos e Código de Conduta em Play Therapy

Para mais informações, clique aqui.

Play Therapy com Crianças

4 Nov

 

OBJECTIVOS 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças 
Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy
Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problematicas

COMPETÊNCIAS 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças
Capacidade de planear finais
Capacidade de  usar/compreender agentes de mudança (aceitaçao, seguranca, confiança no process, exploração da expressão simbólica)
Capacidade de manter regras e limites

PROGRAMA 

O que é Play Therapy (1h)
O brincar e os brinquedos (1h)
Avaliação das necessidades: plano e contracto (3h)
Regras e limites (1h)
Fases do processo terapêutico (3h)
Finais (1h)
Play Therapy, Drama e Movimento e Arte Terapia (2h)
A máscara (2h)
Play Therapy e Maus Tratos (1h)

METODOLOGIAS 

Método expositivo, discussão de casos, role play, exploração de materiais artísticos e de brincar

DURAÇÃO 

15 horas

FORMADORES

Filipa Alvarez
(Psicóloga clínica e mestre em psicologia legal pelo ISPA-IU. MA em Play Therapy pela Roehampton University, Londres. Trabalha no sistema de protecção de crianças do Reino Unido)

CALENDARIZAÇÃO
Quinta, Novembro 21, 2013 – 18:30 – 22:30
Sexta, Novembro 22, 2013 – 18:30 – 22:30
Sábado, Novembro 23, 2013 – 09:30 – 13:30
Sábado, Novembro 23, 2013 – 14:30 – 17:30
Para mais informações, clique aqui.

Workshop: ‘A Mala de Ludoterapia’

2 Nov

 

Porto: 23 de Novembro

A Ludoterapia é uma forma de intervenção terapêutica realizada com crianças e adolescentes, na qual através do brincar, projectam o seu modo de ser. A utilização da mala de ludo tem como objectivo restabelecer/reorganizar o bem-estar psicológico da criança/adolescente. Esta técnica é facilitadora no trabalho com crianças, pois não exige a tradução em palavras das suas emoções, sentimentos e pensamentos. Na sessão de ludoterapia, a criança/adolescente brinca com os brinquedos disponíveis na Mala de Ludo. É da brincadeira que surge com os objectos existentes com a mala que o terapeuta tenta compreender e reorganizar o aparelho psíquico da criança/adolescente.

Para mais informações, clique aqui.

O Jogo e o Brincar – Discussão psicodinâmica de casos

26 Out

 

9, 16 e 23 de Novembro (12 horas)

 Objectivos gerais do módulo

Fornecer os conhecimentos teórico – clínicos para a utilização do brincar e do jogo na prática da observação, avaliação e intervenção psicológica na clínica infantil.

Conteúdos programáticos

Modos de expressão no brincar e no jogo das principais características do funcionamento mental e relacional infantil, normal e patológico, através de ilustrações clínicas.

 Formadores

 Professora Doutora Maria Emília Marques – Psicóloga Clínica, Professora Associada em Psicopatologia e Psicologia Clínica, ISPA, Lisboa; Membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise.

Professora Doutora Teresa Santos Neves – Psicóloga Clínica, Técnica Superior do ISCTE-IUL, Responsável pelo Gabinete de Apoio ao Aluno (Serviço de Apoio Psicológico) do ISCTE-IUL; Sócia da Sociedade Portuguesa de Psicanálise; Professora Auxiliar no ISPA.

Mestre Catarina Bray Pinheiro – Psicóloga Clínica; Técnica Superior de Saúde no Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando de Fonseca; Professora Assistente no ISPA entre 1999 e 2008.

 Destinatários

Finalistas de Psicologia e Psicólogos

 Calendarização:

Sábados das 9h00 às 13h00

 Preço

150€

Para mais informações contacte clinicarorschach@sapo.pt ou visite www.clinicarorschach.com.

Workshops ‘Parentalidade Positiva’

9 Out

 

Para mais informações, clique aqui.

 

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