Inscrições Abertas | Pós-Graduação NEUROMARKETING: Neurociência aplicada ao consumo

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A PsicoSoma em articulação com o ICN Agency desenharam a III e IV Edição da Pós Graduação em “Neuromarketing – Neurociência Aplicada ao Consumo” a ter lugar nas cidades do Porto e Lisboa, com início nos próximos meses de Setembro e Outubro.

Em 2013 avançamos com a ideia de revolucionar o mercado das pós graduações, e assim dar vida a uma estrutura formativo pautada pela inovação e neurociência, o resultado?
Duas cidades, Lisboa e Porto, duas turmas, cerca de trinta participantes e muita Neurociência e Inovação ao longo de vários meses.
Estes percursos ficaram marcados por sessões presenciais, aulas via elearning, experiências laboratoriais, e o desenho de muitos projetos repletos de potencial de crescimento.

A Pós Graduação irá igualmente chegar ao Brasil (São Paulo), México (Cidade do México) e ainda a Espanha (Granada).
A equipa PsicoSoma / ICN Agency aprendeu imenso com todos, e como em qualquer processo pautado pela qualidade, decidimos adaptar, inovar e renovar conteúdos, formatos e avaliações, dando assim vida à III e IV edição, em 2014, da Pós Graduação em Neuromarketing – Neurociência Aplicada ao Consumo em Lisboa e no Porto.

Apresentamos como Novidades para as III e IV edição em 2014

- A atribuição de créditos – ECTS – da responsabilidade do Instituto Politécnico da Guarda, com um validade total 60 ECTS (11 Módulosx3,5 ECTS + 1 Projeto de Investigaçãox25ECTS).

- Nova carga horária, com mais horas presenciais e consolidação das sessões à distância – um total misto de 700h;

- Análise de todos os conteúdos programáticos e sua revisão técnica;

- Novos estudos de caso nacionais e internacionais e mais exemplos práticos;

- Consolidamos o módulo ao percurso “Investigação em Neurociência Aplicada ao Consumo – Paradigmas e equipamentos de Investigação”;

- Novos docentes de áreas diferenciadas;

- Novos seminários e profissionais por tema.

- Serão abordados temas como Neurobiologia, Sistemas Sensoriais, Psicofisiologia, Electrofisiologia, Técnicas Laboratoriais, Laboratório de Neurociências do Consumo, Emoções, A Neurociência Cognitiva e o Processo de Tomada de Decisão, NeuroCriatividade, Experience, Efeito de Priming, Economia Comportamental, Neurociência Cognitiva Aplicada à Gestão Estratégica, Neuronegociação e Sistemas de Recompensa, NeuroWebdesign, NeuroPackaging, NeuroFieldMarketing ou ainda NeuroCities.

As inscrições já se encontram abertas com valores promocionais e com prazos limitados, pode ver mais em http://pgpneuromarketing.wordpress.com/inscricao/

Poderá ver mais informações no Site Oficial da Pós Graduação emhttp://pgpneuromarketing.wordpress.com

Pode ainda acompanhar as novidades no Facebook Oficial da Pós Graduaçãohttps://www.facebook.com/pgneuromarketing

Notícias | Tribunais avisados de que centros educativos já não têm lugar para mais jovens condenados

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Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais começou a informar os tribunais de que não há vagas. Dois menores condenados aguardam em casa. Sistema com 200 vagas tem 230 jovens internados.

Os faxes começaram a chegar na semana passada aos tribunais. Davam conta de que os centros educativos, destinados a receber jovens condenados, atingiram o limite. A ordem interna que já imperava no sistema tutelar educativo e que o PÚBLICO noticiara há duas semanas entra assim em prática.

A Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) enviou o aviso a alguns tribunais de família e menores que tinham pedido a indicação de vaga para internar jovens recentemente condenados. E há pelo menos dois casos de menores que aguardam em casa. Quando houver vaga, serão avisados. E só então irão cumprir a medida tutelar educativa decidida em julgamento. Não há qualquer previsão de quando isso acontecerá, já que só será possível quando se verificar o fim do internamento de um jovem que saia para dar lugar a outro que esteja à espera.

A excepção vai para os menores que sejam condenados a regime fechado, a mais severa medida prevista. E para os casos urgentes, que implicam uma medida cautelar de guarda, o equivalente à prisão preventiva decretada a adultos. Para esses casos, existem lugares reservados, mas poucos.

Há anos que o sistema se debate com uma ginástica diária para conseguir aceitar os menores que vão sendo enviados pelos tribunais, mas isso já não é suficiente. O limite máximo de lotação foi atingido. Para cerca de 200 vagas existentes nos sete centros, existem 230 jovens internados.  

“Não é possível, neste momento, disponibilizar vaga para o jovem em centro educativo devido à situação actual de sobrelotação da rede de centros educativos. Esta direcção-geral confronta-se na actualidade, com problemas de sobrelotação”, referem os faxes enviados pela DGRSP aos tribunais de família e menores do Porto, Sintra e Lisboa, a que o PÚBLICO teve acesso.

Questionada pelo PÚBLICO, através do Ministério da Justiça, a mesma direcção-geral garantiu porém que “dispõe de vagas para dar cumprimento a medidas de internamento” e que “ao dia de hoje não existem jovens que aguardem em casa a existência de vaga”. Os documentos a que o PÚBLICO teve acesso indicam que pelo menos dois menores estão em casa à espera. De novo questionado, o ministério remeteu esclarecimentos para hoje.

A situação foi também confirmada ao PÚBLICO pela procuradora Maria do Carmo Peralta, coordenadora da Comissão Fiscalizadora dos Centros Educativos, que funciona junto da Assembleia da República. “Confirma-se a situação, que é preocupante. Há muito tempo que existem estes constrangimentos, mas agora a situação tornou-se realmente mais grave”, admitiu a magistrada. Aquela comissão vai fiscalizar os centros educativos em Setembro, como ocorre todos os anos. Só então irá avaliar os efeitos da sobrelotação.

A DGRSP admite “alguns condicionalismos” e assume que “informou alguns tribunais relativamente às jovens que não se tinham apresentado voluntariamente no Centro Educativo de Santa Clara”, em Vila do Conde. Para dar início à execução da medida de internamento, indicaria outro centro. Nos faxes, todavia, afirmam que tal ficará, no futuro, “condicionado à existência de vaga”.

A situação, agravada pelo encerramento no mês passado do Centro Educativo de Santa Clara, que, só por si, representava 48 vagas, está a gerar preocupação em alguns sectores da justiça. Os procuradores dizem mesmo que é a própria justiça de menores que está a ruir.

“Vemos isso com bastante preocupação. De nada vale o juiz que tem o processo em mãos tomar a decisão de internar o menor pelos crimes cometidos. Essa decisão não vale nada se não for depois aplicada. Está em causa a justiça de menores e o que se passa é realmente preocupante. O objectivo é a reeducação, que assim passa a não existir”, disse ao PÚBLICO o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Rui Cardoso. O responsável alerta para “o perigo de, não havendo possibilidade de internar os jovens, os mesmos poderem voltar a cometer crimes”. Rui Cardoso espera que venham a ser tomadas “medidas com urgência”. Neste contexto, “falha tudo”, aponta.

A DGRSP garante que “dará sempre resposta a todas as situações que careçam de imediata solução”, mas não explica como. Assegura que reabrirá com a “maior brevidade possível” o centro educativo de Vila do Conde, fechado após a União de Meridianos de Portugal (UMP), que o geria, ter comunicado a suspensão da sua actividade. O Estado só poderá pagar o que deve à UMP desde o início do ano se o Tribunal de Contas vier a autorizar.

 

Formação | Gestão de Projetos Sociais

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CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

 Módulo I

 1.1 / Caracterização Comunitária da Sociedade Atual

1.2 / Urgência e Necessidade de Intervenção Comunitária

1.3 / Definição de Projeto

1.4 / O que é um Projeto Comunitário

1.5 / Implicações de um Projeto Comunitário

Módulo II

 2.1 / Fases de Implementação de um Projeto

2.2 / Diagnóstico

2.3 / Planificação

2.4 / Aplicação-Execução

2.5 /  Avaliação

Módulo III

Casos práticos

 

16 Setembro a 18 de Outubro

Terças e Sextas _ 18h00 – 22h00 e Sábados – 9h00 – 13h00

 

Para mais informações sobre a Formação, clique aqui.

 

Notícias | Adopção. No ano passado 11 crianças foram devolvidas às instituições

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Notícia do Jornal i, Por Carlos Diogo Santos publicado em 21 Ago 2014 – 05:00
Das 11 situações, em 2013, a maioria aconteceu ainda na fase de pré-adopção mas, como o i já tinha revelado, o caso do João é único: esteve adoptado durante 4 anos e a mãe desistiu dele…

Onze crianças foram devolvidas às instituições por falta de adaptação em 2013. A maioria estava ainda processo de pré-adopção, mas uma já estava a viver com a família há alguns anos. O i revelou no último mês o caso do João, que após quatro anos foi devolvido pela mãe adoptiva. Foi caso único no ano passado, mas esta situação não é inédita no país. As restantes dez crianças que foram “reinstitucionalizadas” estavam ainda numa fase de adaptação à família anterior à conclusão do processo de adopção.

No último ano foram adoptadas 398 crianças, menos que em 2012, apesar de existirem mais candidatos e mais crianças em risco. Os dados constam do Relatório Casa 2013. Celso Manata, procurador do Ministério Público, explicou ao i que a institucionalização é ainda mais perturbadora quando acontece pela segunda vez. “A institucionalização é sempre negativa e perturbadora, sobretudo porque ocorre quase sempre na adolescência, entre os 12 e os 15 anos. E uma criança com essa idade sofre sempre mais que um bebé“, explicou o magistrado em entrevista ao i,salientando que “ser institucionalizado uma segunda vez faz com que a criança sofra muito mais e se sinta duplamente rejeitada”.

A reentrada de uma criança no sistema de acolhimento está prevista na Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo e pode ser decidida por um tribunal ou por uma Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ). A legislação define que a devolução de uma criança ou a sua retirada aos pais resulta da necessidade de a proteger de uma situação de perigo. Segundo o Instituto da Segurança Social, a reinstitucionalização é uma decisão judicial ou da CPCJ que tem de ser sempre fundamentada. Isso não significa que, no caso das decisões dos tribunais, a família apresente uma justificação verdadeira para querer entregar o filho adoptivo – o mesmo acontece com os biológicos.

Segundo os responsáveis da instituição que acolheu o João,  por exemplo, a descrição de agressividade feita no relatório que serviu de base à sua reinstitucionalização – pedida pela família adoptiva – não corresponde às características daquela criança de 11 anos.

O procurador Celso Manata explica que, em muitos casos, o importante não é investigar se os pais estão ou não a mentir, mas sim o facto de não quererem continuar a relação: “O tribunal não pode ignorar a falta de vontade dos pais de ter determinado filho, até porque se o fizer e mais tarde houver maus-tratos a responsabilidade é também do MP e do juiz que – independentemente da veracidade dos factos apresentados pela família – não deram atenção à ruptura que existia.”

FUTURO Quando uma criança adoptada ou em fase de pré-adopção regressa a uma instituição tem pela frente várias possibilidades: ficar na casa de acolhimento até completar os 18 anos e poder autonomizar-se, ser novamente adoptada ou ainda permanecer na instituição tendo uma família amiga onde pode ir passar alguns dias. No caso do João, agora com 11 anos, não poderá ter uma nova família, porque a mãe adoptiva não quis deixar de o ser, apenas não o queria em casa, por ser violento. Na prática, como ele mantém uma mãe adoptiva, não se poderá iniciar um novo processo.

“Conheço uma criança que já vai na terceira adopção, mas é a única que conheço”, conta o magistrado. E explica: “Cada caso é um caso e não há soluções-tipo.” É preciso ter em conta a idade – até porque as crianças só podem ser adoptadas até aos 15 anos -, e depois é preciso perceber a relação com os pais. Sobre situações como a do João, Celso Manata diz mesmo não saber “se [emocionalmente] é bom [a criança] manter relação com a mãe adoptiva, que insiste em não perder alguns laços.”

João é um nome fictício, para salvaguardar a identidade real da criança.

Celso Manata Procurador do Ministério Público : “Sei de um caso em que a criança vai na terceira adopção” 

Quando uma mãe quer devolver um filho, o MP não verifica as justificações?É o juiz que tem a decisão final, mas é preciso perceber que não é necessário apenas ver se os fundamentos invocados para a reinstitucionalização são válidos ou não. Se a família vem dizer que não quer a criança e a quer entregar porque ela tentou matar o cão, o mais importante não é comprovar se o que dizem é verdade ou não, mas que já não querem aquela criança.

Ou seja, de pouco importam os motivos? O tribunal não poderia – mesmo que se provasse ser mentira a versão de uma mãe – dizer: “Vá para casa com o seu filho porque o que está a dizer não é verdade”. Até porque, se mais tarde a criança fosse maltratada a responsabilidade era também do juiz e do Ministério Público que – independentemente da veracidade dos factos – não teriam dado atenção à falta de vontade da família em ficar com ela.

Hoje as adopções funcionam melhor? As coisas têm vindo a melhorar se olharmos para as últimas décadas. Houve uma altura até que a comunicação social era muito crítica quanto ao reduzido número de adopções. Isso é algo que acabou, houve um incremento das decisões de adopção por parte dos tribunais. Mas obviamente que uma tomada de decisão no que respeita às adopções é sempre um prognóstico.

Um prognóstico? Sim, é uma decisão tomada em função de um conjunto de informações que se tem e com base em várias audições. Depois disso ainda tem de se passar pela fase de pré-adopção. Mas, por vezes, como se viu na reportagem do João, todos nós – o Estado – não acertamos, ou acertamos e as famílias adoptivas mudam o seu comportamento.

Da sua experiência, o caso do João pode ter sido um erro de casting ou uma mudança da família? Acontece em algumas situações as pessoas não terem filhos biológicos e adoptarem. E existem, de facto, casos em que quando conseguem ter um filho de sangue entregam o que adoptaram. Não devia acontecer, mas acontece. A cabeça das pessoas, a forma como pensam, muda.

Mas estes casos também não devem servir para aperfeiçoar adopções futuras? Devemos olhar para estes casos e interrogarmo-nos – sobretudo nós que trabalhamos nesta área – se aqueles pais foram devidamente estudados. Porque as pessoas idealizam uma adopção, mas nem sempre a criança que adoptam corresponde àquilo que delinearam.

É melhor que, após uma reinstitucionalização, permaneçam na casa de acolhimento ou voltem a ser adoptadas?  Sei do caso de uma criança que já vai na terceira adopção, mas é o único que conheço. Cada caso é um caso e não há soluções tipo. É preciso primeiro ter em conta a idade, a relação que tinha com a família adoptiva e até outras características, como os problemas de saúde.

Alguma família devolveu um adolescente por estar prestes a atingir a maioridade? Não posso falar de números, mas lembro-me de uma família de acolhimento que ao fim de 15 anos foi entregar a criança antes de ela fazer 18 anos. Há casos em que os filhos são vistos como seres que atrapalham o ambiente familiar.

 

Link da notícia, aqui.

 

 

 

Notícias | Governo contrata 214 psicólogos para o próximo ano letivo

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Notícia TVI 24, 22-08-2014

A contratação garante a «cobertura integral» dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do ensino regular…

 

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou esta sexta-feira a contratação de 214 psicólogos para o ano letivo 2014/2015, mais 33 do que no ano letivo anterior.

Em comunicado, o gabinete de comunicação do MEC dá conta que a decisão surge na sequência de um levantamento feito pela Direção-geral dos Estabelecimentos Escolares ao número de profissionais necessários nos estabelecimentos de ensino, que apresentou «uma proposta fundamentada à tutela».

«Aos profissionais cuja contratação encontra-se agora autorizada juntam-se ainda os psicólogos que se encontram nos quadros e aqueles que poderão ser contratados pelas escolas com contrato de autonomia e pelas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP)», adianta o Ministério.

Na opinião da tutela, a contratação destes 214 psicólogos garante a «cobertura integral» dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do ensino regular.

«O reforço que o Ministério da Educação e Ciência autorizou nesta contratação permite ainda aumentar para 71% o número de unidades orgânicas que contam com 1 ou mais técnicos de psicologia ao seu serviço no ano letivo 2014/2015», acrescenta a tutela.

Segundo o comunicado do MEC, os estabelecimentos de ensino já receberam informação sobre o número de técnicos a contratar e no decorrer da próxima semana será aberta a plataforma da Direção-geral da Administração Escolar para que as escolas possam iniciar a contratação.

Bolsa de Emprego #204: Técnica de Serviço Social | Part-time

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